quarta-feira, 13 de maio de 2009

Um minuto, por favor!

Gosto tanto de blogs. Essa coisa de poder expressar as ideias em um local que poderá ser visto por qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. Ou ainda escolher e acompanhar aqueles que mais gostamos a qualquer hora, sem a necessidade de esperar a chegada de um periódico ou ter que comprar uma publicação específica, enfim. Gosto tanto, que depois de terminada a disciplina que me fez criar meu próprio blog, fiquei com ele e continuo atualizando, embora que menos do que deveria. Depois, surgiu a ideia (acho que da Andressa, não lembro bem) de fazermos um blog as quatro amigas e colegas. A ideia foi muito apreciada por todas, todas bastante empolgadas com a empreitada, escolhemos o nome, o template e mãos-à-obra.

Na semana passada participamos de um evento maravilhoso e no final comentamos que ele valia um post. A Andressa me olhou e disse que eu deveria fazê-lo e concordei, apesar de saber que o tempo naquela semana estava escasso. O tempo passou e eu não o fiz. Ontem conversando novamente com a Andressa, reclamei de meu curto tempo e ela completou que nenhuma de nós quatro estamos dedicando tempo para este blog.

Reflexões feitas, mesmo com uma semana de atraso, venho agora falar sobre nossa estupenda quinta-feira.

falei aqui neste blog que queria ser "a unha do pé do Caco Barcellos", para pelo menos estar próxima deste que é o maior jornalista investigativo de todos os tempos, segundo minha opinião. Então. No dia 07 deste mês, ele participou do Encontros com o Professor Ruy Carlos Ostermann e a Cris, a Andressa e eu estivemos no local. Quase as primeiras a chegar, conseguimos um lugar pertinho de meu ídolo.

A cada história contada por ele, me sentia menor e mais longe do meu objetivo. Explico: O cara passou por tanta coisa e tem tanta determinação que nem imagino fazendo as mesmas coisas que ele. Dormia no chão para não atrasar o trabalho, largou o que estava fazendo para ir em busca de uma notícia porque viu uma movimentação diferente, participou do resgate de feridos em um terremoto, foi ameaçado de morte e ainda trabalha muito. Não sei se tenho pique para tanto.
Além de ouvir as fascinantes histórias de Caco, consegui ainda que ele respondesse o problema de meu trabalho de conclusão de curso (além da fotinho ao lado do ídolo, que ninguém é de ferro).

Foi uma quinta-feira perfeita e que certamente merecia um post já na chegada, mas acabei deixando para a semana seguinte, onde a memória já não está tão fresca, apesar dos sentimentos continuarem imensos. Ainda bem que tive esse minuto para compartilhar dessa experiência, ainda que de forma pobre em relação à grandiosidade do evento.

2 comentários:

Edinho Lumertz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Andressa Xavier disse...

Estava ansiosa por esse post! Sabia que seria muito bom ler tua opinião sobre teu ídolo! hehehe
O bate-papo foi realmente muito legal. Uma aula de jornalismo e uma oportunidade de ver de perto e, no meu caso, comprovar que ele é "tudo isso"!

ps: adorei as fotos ;)