segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Grenal do Zôo

Peço licença às damas para trazer a frente do blog o comentário do nosso mais assíduo leitor, feito no post sobre os animais e que é pertinente para o dia.


Agora sem usar textos dos outros. Quem, de alguma forma acompanhou o GRENAL de ontem (29/09/2008) ou apenas viu os "reflexos" que "bateram" no dia de hoje, está por dentro do que vou citar. Antes do jogo começar já havia baderna com um ônibus da cidade de Marau, com torcedores gremistas, que foi impedido de entrar no Beira Rio. Os torcedores ficaram de fora ouvindo o jogo pela Rádio Gaúcha. O comunicador Carlos Eugênio Lisboa deu seu depoimento hoje no programa Pretinho Básico das treze horas. Enquanto era entrevistado por Lucianinho Costa (da Gaúcha) teve de parar de dar entrevista e se proteger porque dois gremistas começaram a se agredir fisicamente bem atrás dele, no meio da torcida tricolor.Os jogadores Edinho (que não sou eu, do Inter) e Tcheco (do Grêmio) trocaram chutes a ponto de sangrar a canela de Tcheco e os dois serem expulsos. "Jogadores, comissão técnica e até mesmo jornalistas e policiais invadiram o campo , na confusão, aos 47 minutos do primeiro tempo” (Fonte ZH de hoje, 29/09/2008). Por causa disso o Inter pode perder o mando de jogo por dez partidas. Punição que pode ser aplicada por terem deixado de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto.Em 2006 o Olímpico foi interditado por algumas partidas, porque torcedores gremistas puseram fogo nos banheiros químicos destinados aos colorados.Ainda no jogo de ontem uma mísera quantidade, duas mil pessoas (gremistas) queria destruir a grade de proteção para atacar mais de quarenta mil colorados!!!No meio da confusão um torcedor conseguiu arrancar uma barra de ferro da grade e tentou bater num policial com a mesma.Eu desviei, mas não desviei, do assunto. Continuo falando de animais e que não acredito neste país. E vem mais por aí.
Por Ederson Lumertz, no post Pra que serve a razão?

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Pra que serve a razão?

Recebi um e-mail hoje falando das campanhas de conscientização sobre os maus-tratos contra animais. No mesmo momento em que eu recebia o e-mail, quase que por coincidência, se não fosse por destino, recebemos um chamado aqui no Centro de Controle de Operações da Concepa (aquele em que você liga, caso esteja empenhado na rodovia - S.O.S-Free Way), sobre um cavalo que estaria passando mal. Ao passar pela Ponte do Guaíba, carregando sua carroça, não aguentou e caiu.

O homem é tão narcisista e arrogante, que se diz "ser pensante", dotado de raciocínio e este é o que o difere dos animais. Mas pergunto: Para que serve raciocinar? Para usar usar essa força superior para maltratar àqueles que não sabem como se defenderem? Para arrastar por quilômetros um cachorro indefeso?

Há pouco tempo, foi sancionada uma Lei em Porto Alegre, que trata da exclusão do transito de carroças na cidade, de forma gradativa num prazo de oito anos. Uma das coisas que ouvi, daqueles que defendem os "humanos", é que é uma forma de trabalho e como eles ficarão sem emprego? Alguém perguntou para os animais se queriam um destes "empregos"?

As vezes me assusto ao ouvir uma amiga dizer que gosta mais de animais do que de pessoas, mas nessas horas a entendo.

Enfim... Este é um assunto que não domino, por isso não vou me prolongar, apenas acredito que a supracitada coincidência estava me pedindo para compartilhar o acontecido.

Pensei em colocar uma foto de maus-tratos para enfatizar, mas preferi deixá-los com a imagem que devemos copiar.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

E tudo mudou...

Recebi o texto através de um e-mail, achei bem interessante e resolvi compartilhá-lo. Confesso que não sei se realmente é de autoria do Luis Fernando Veríssimo, afinal nestes tempos de internet... Mas se não for, bem que poderia ser! Sem mais, vamos ao texto:


“E tudo mudou...


O rouge virou blush
O pó-de-arroz virou pó-compacto
O brilho virou gloss

O rímel virou máscara incolor
A Lycra virou stretch
Anabela virou plataforma
O corpete virou porta-seios
Que virou sutiã
Que virou lib
Que virou silicone

A peruca virou aplique, interlace, megahair, alongamento
A escova virou chapinha
"Problemas de moça" viraram TPM
Confete virou MM

A crise de nervos virou estresse
A chita virou viscose.
A purpurina virou gliter
A brilhantina virou mousse

Os halteres viraram bomba
A ergométrica virou spinning
A tanga virou fio dental
E o fio dental virou anti-séptico bucal

Ninguém mais vê...

Ping-Pong virou Babaloo
O a-la-carte virou self-service

A tristeza, depressão
O espaguete virou Miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão

O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD

A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O álbum de fotos agora é mostrado por email

O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do "não" não se tem medo
O break virou street

O samba, pagode
O carnaval de rua virou Sapucaí
O folclore brasileiro, halloween
O piano agora é teclado, também

O forró de sanfona ficou eletrônico
Fortificante não é mais Biotônico
Bicicleta virou Bis
Polícia e ladrão virou counter strike

Folhetins são novelas de TV
Fauna e flora a desaparecer
Lobato virou Paulo Coelho
Caetano virou um chato

Chico sumiu da FM e TV
Baby se converteu
RPM desapareceu
Elis ressuscitou em Maria Rita?
Gal virou fênix
Raul e Renato,
Cássia e Cazuza,
Lennon e Elvis,
Todos anjos
Agora só tocam lira...

A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!

A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz...

... De tudo.

Inclusive de notar essas diferenças”

Luis Fernando Veríssimo

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Que cheirinho de flores no ar

Hmmm! É a primavera que chega, anunciando a mais gostosa das estações. Adoro o outuno também. Mas a primavera traz um sentimento especial.

Passamos cerca de quatro meses 'entrouxados' de roupas, muitas vezes só com os olhos de fora (eu pelo menos sinto muuuito frio), e então, eis que surge a possibilidade de deixar os casacos pesados em casa.

Eu gosto do inverno, pra quem é turista deve ser uma beleza também. Mas pra quem acorda as seis da matina, é complicado. O verão, definitivamente não é minha estação. Não gosto daquela sensação de mal-estar que o calor traz.

Mas a primavera, faz o coração bater em ritmo diferenciado, até nosso humor é diferente - e melhor.

Quem venha contudo a estação das flores e não tenha pressa de ir embora.

Essa foto linda foi tirada por meu maridinho do jardim da nossa casa. É ou não é linda a
primavera?

sábado, 20 de setembro de 2008

Alma Gaúcha

Foi o 20 de setembro./ Aquele, que marcava, há mais de um século e meio, uma parte importante da nossa história./ Na verdade, parte essencial da história dos gaúchos./ O começo de uma revolução que faria parte da identidade do Rio Grande do Sul./ Buscava-se a liberdade, a igualdade e a humanidade./ Queriam mais, os nossos defensores./ Queriam propor melhores condições econômicas à terra do charque, reivindicar ajuda ao Império, o separatismo./ Por que não?/ Bom, aí já começa a velha discussão que causa tanta polêmica./ Como pode um povo honrar tanto uma bandeira?/ O que queremos com o estado transformado em país?/ O quê os gaúchos têm ou pensam que têm de diferente dos outros estados brasileiros?/ O fato é que o dia 20 de setembro causa orgulho à maioria./ Orgulho de ter nascido em uma terra com história./ Um lugar onde o hino é cantado no estádio de futebol, é escutado no rádio, é aprendido na escola./ O orgulho está estampado nas bandeiras, nos carros, nas janelas dos prédios.../ Terra onde as crianças nascem coloradas ou gremistas./ Onde se é maragato ou chimango./ Gosta-se de um bom churrasco./ Chimarrão./ Pôr-do-sol com chimarrão, melhor ainda./ Terra onde tudo é bastante singular, onde não gostamos de comparações com aqueles estados lá de cima do mapa./ A não ser, comparações que deixem explícita a nossa grandeza./ Onde levamos a mão ao coração para cantar que nossas façanhas sirvam de modelo a toda terra./ De onde saíram também as modelos de maior sucesso da atualidade./ O melhor jogador do mundo por duas vezes./ Estado que tem dois times Campeões do Mundo./ Que gaba-se por ler mais jornal que em qualquer outro lugar do Brasil, julgando ser, portanto, mais culto./ O Rio Grande do Sul lutou na Revolução Farroupilha contra o Império./ Tem méritos por não ter desistido mesmo sendo tendo menos combatentes que os adversários./ Por ter resistido por uma década a situações, no mínimo, difíceis./ Por ter lutado até a hora que a paz se mostrava, cada dia mais, necessária./ Não vencemos./ Continuamos brasileiros./ Antes gaúchos, claro, mas brasileiros./ Mostramos nesses vintes de setembro, que nossa alma é, antes de tudo, verde, amarela e vermelha, alma gaúcha.///

*Texto produzido para a disciplina de Redação para Rádio

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Gurias, posso fazer uma observação? (II)

Eu sei, eu sei! O título é cópia do último post da Andressa. Mas além de eu não ter pensado em nada melhor, eu acho que ele combina com o que vou escrever hoje, pois quero fazer uma pequena observação no meio de tantos assuntos variados. Hehehe...

Bom, não é novidade que eu vivo em constante conflito familiar. Se eu fosse escrever sobre isso levaria hoooooras e ainda assim não conseguiria dizer tudo aquilo que fica entalado na garganta. Tudo aquilo que somos obrigados a ouvir e fechar a boca pra não decepcionar um terceiro envolvido de quem gostamos de verdade. Relações familiares são realmente complicadas. Não é de agora que abrimos o jornal e lemos uma chocante notícia de um familiar matando o outro de forma cruel. Até Caim matou Abel (vide Antigo Testamento), fazendo deste o primeiro homicídio da história da humanidade.

De qualquer forma, não é disso que eu quero falar. Este post é dedicado às oportunidades que temos de mudar nas nossas vidas aquilo que não nos deixa felizes. Deus (ou alguma outra força superior) nos dá a chance de escolher uma família. Nos dá a chance de fazer amigos. Amigos são a família que nos foi permitido escolher. São eles que estão do nosso lado quando precisamos (e quando não precisamos também), quando nos incomodamos com nossa família de sangue, quando choramos por um amor que não deu certo, quando colocamos um sapato ridículo, enfim... É o amigo que vai estar ali, sempre lado a lado.

E é com este texto que dou início às minhas postagens. Uma homenagem às minhas amigas queridas que estão do meu lado desde o primeiro semestre, que me agüentam diariamente, que puxam minhas orelhas quando faço algo errado, que ouvem Prince durante a aula, que ficam saltitando no intervalo, que pagam micos, que dão risada, que choram e que vivem juntas. Vocês são a parte da família que eu decidi escolher. E escolhi a dedo, uma por uma, no meio de tanta gente estragada.
É pra vocês três e pra todos amigos que visitam o blog que eu dedico este primeiro post. E, para fechar com chave de ouro, compartilho com vocês uma história em quadrinhos (cliquem para ampliar) do meu queridinho Mauricio de Sousa.




domingo, 14 de setembro de 2008

Quero ser a unha do pé do Caco Barcellos

Ando bastante ocupada nos últimos dias, muitos trabalhos da faculdade, muitos textos do Pedro Osório pra ler... enfim, estou tentando achar uma desculpa plausível para postar com uma semana de atraso o assunto a seguir. 
Domingo passado a Marilia Gabriela entrevistou em seu programa no GNT o Caco Barcellos. Quando soube que ele seria o entrevistado da semana, coloquei um lembrete no celular para não deixar passar de jeito nenhum e quando a TV disponibilizou a programação do domingo, já reservei também, para que ela mudasse de canal na hora certa. Tudo para ajudar minha memória de peixe a não perder a entrevista com meu ídolo.
Aprendi a gostar do Caco já no segundo semestre da faculdade. Uma professora de Português sugeriu alguns títulos de livros para que fizéssemos um seminário após a leitura. Escolhi o Rota 66 sem fazer idéia do que se tratava. E li. E chorei. E ri. E fiquei brava. Fiquei feliz. Aquele livro me mostrou realmente porque escolhi o jornalismo. Com tantas profissões "mais rentáveis" eu escolhi o jornalismo e ali estava a resposta para isso. 
A partir de então comecei a prestar mais atenção nele. E percebi que ele se diferenciava mesmo dos outros jornalistas. Depois disso ele começou a fazer o Profissão Repórter, ainda dentro do fantástico e para completar, li também o outro livro, O Abusado (falta ler ainda a Revolução das Crianças, mas resolvo isso em breve). 
Mas o que tem o Caco Barcelos de tão especial? Ele não usa cabresto. Ele olha para os lugares que a maioria passa por cima e pisa. Ele tem a sensibilidade procurar as versões das histórias. Aquela utópica imparcialidade. Como quando a imprensa toda acusava o casal Nardoni, Caco foi conversar com amigos e parentes do casal, para saber como eram aquelas pessoas no dia-a-dia (não estou defendendo o casal, não sei o que eles fizeram ou não fizeram, estou dizendo que os julgamentos foram muitos, mas poucos se disponibilizaram a buscar outras faces da notícia, o que deveria ser nosso ideal). 
Poderia gastar (investir) milhares de palavras exemplificando ações dele. Mas vamos a entrevista com a Marilia: Simplicidade resume tudo. O cara é "o cara" e estava nervoso. Esfregando uma mão na outra. Falando pausadamente e baixo, elogiando os colegas, inclusive aquele pessoalzinho novinho que trabalha com ele no Profissão Repórter... Esperançoso no futuro, perfeito.
Ele considera sua persistência como responsável pelo sucesso, mas sobretudo, diz que faz matérias, pensando naquelas pessoas que vão estar do outro lado, assistindo. Ele disse que não pode julgar ninguém! Ele! Uma frase tão simples, mas vinda com verdade. 
Deu um show de sabedoria, prudência e humildade.
Quando crescer, quero ser a unha do pé do Caco Barcellos. Com isso, já estaria feliz! 
Meninas (e meninos também), olha a frase que o cara encerra sua participação no Programa: “Nunca acredite no homem que não respeita a mulher”. Não preciso falar mais nada!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

O mundo mágico dos sapatos de Dorothy

"There they are and there they'll stay", com essa frase que Glinda transfere os sapatinhos vermelhos da Bruxa Má do Oeste para os pés de Dorothy, em "O Mágico de Oz". Por décadas e décadas - na verdade, até hoje - os sapatinhos mágicos ainda estão vivos na memória de todos que assistiram ao filme. Que guria nunca sonhou em bater três vezes o calcanhar para voltar para casa ou então caminhar com seus sapatinhos pela estrada de tijolos amarelos?!

A Mercedez Benz Fashion Week de Nova York realiza uma exposição com reinterpretações dos emblemáticos sapatos usados pela personagem, feitas pelos mais celebrados designers de calçados do mundo. A Crystalizzed Swarovski Elements em parceria com a Warner Bros. oferecem a The Wizard of Oz Ruby Slipper, a homenagem antecipa as comemorações de 70 anos do Mágico de Oz que acontece em 2009 .

"Se Dorothy vivesse no século XXI, o que ela usaria?" é a pergunta respondida por nomes como Alberta Ferretti, Betsy Johnson, Christian Louboutin, Diane Von Fürstenberg, Giuseppe Zanotti, Jimmy Choo, L.A.M.B. by Gwen Stefani, Manolo Blahnik, Moschino, Oscar de la Renta, Pedro Garcia, Roger Vivier e Sergio Rossi, através das suas criações.

O projeto prevê que a exposição seja itinerante. Um evento de gala (que abriu a Semana de Moda de Nova York) foi realizado na Saks Fifth Avenue, no dia 3, e apresentou - apenas para convidados - as criações fruto da Ruby Slipper Collection. Desde o dia 5 uma instalação no Bryant Park abriga a exposição durante a Fashion Week. Outras locações também devem receber a mostra, como a Miami Art Week, de 4 a 8 de dezembro de 2008. Em seguida alguns modelos serão leiloados para arrecadar fundos para a fundação Elizabeth Glaser Pediatric, que presta assistência a crianças portadoras do vírus da Aids.

A exposição deve chegar ao Brasil no primeiro semestre de 2009 e será realizada junto com uma empresa de calçados brasileira, primeiramente em São Paulo - em um Shopping de varejo de luxo para que o consumidor final tenha acesso às criações - e posteriormente em outras cidades do país.

domingo, 7 de setembro de 2008

Abrindo os trabalhos...

Por superstição, falta de inspiração e admiração, dou início a minha participação no Jogo de Damas recorrendo ao talentoso escritor e jornalista Gabriel García Marquéz. No texto que segue abaixo, "Gabo" chama o jornalismo de "melhor profissão do mundo". Como amo o nosso curso, e foi por causa dele que nos tornamos amigas, aplaudo a definição.

“Pois o jornalismo é uma paixão insaciável
que só pode digerir e torná-lo humano por sua
confrontação descarnada com a realidade.
Ninguém que não tenha sofrido pode imaginar
essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida.
Ninguém que não a tenha vivido pode conceber, sequer,
o que é essa palpitação sobrenatural da notícia,
o orgasmo das primícias, a demolição moral do fracasso.
Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja
disposto a viver só para isso poderá persistir num ofício
tão incompreensível e voraz, cuja obra se acaba depois
de cada notícia como se fora para sempre,
mas que não permite um instante de paz enquanto não
se recomeça com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.”

Gabriel García Márquez

sábado, 6 de setembro de 2008

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Uma boa surpresa (parte II)

Sinto que causei uma ansiedade que pode acabar em decepção. Na verdade, há alguns dias, saindo de um trabalho e indo para o outro, alegre por um acontecimento do dia, escrevi um pensamento, no ônibus mesmo, e não quis postá-lo em meu outro blog, justamente para estrear minha participação neste. Mas, levada novamente pelos sentimentos bons, resolvi escrever o anterior, e que de certa forma tem a ver com este. Enfim, sem mais rodeios, segue o outro post. Espero não causar tanta decepção...


Como é bom ser surpreendido. Claro que quando a surpresa é boa. Tem situações
ou até locais, onde você não tem a menor pretensão de encontrar algo positivo. A velha história da cereja escondida em um monte de glacê - neste caso, glacê sem açúcar.

Há quem diga que em todos os lugares encontramos algo de positivo. Que devemos aprender a ver "o lado bom" das coisas... Mas quando o bom se revela por si só, é quando a surpresa aparece e o -desculpe a rima barata - coração agradece.


Ganhei um novo amigo, uma fruta doce, que se esconde no meio de um monte de frutas azedas.


Uma pessoa que não deixou que o sistema o atingisse. Que apesar do ambiente que o rodeia, é uma pessoa pura e querida.


Deus tem essas manias de enviar anjos nas horas mais certa. Que bom!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Uma boa surpresa (parte I)

Quando começamos em um lugar novo, seja trabalho, curso, colégio, faculdade, academia, enfim, não sabemos bem ao certo o que vamos encontrar pela frente. Não sabemos se vamos nos ‘enturmar’, se vamos conhecer pessoas interessantes, fazer amigos…

Normalmente conseguimos pelo menos um colega para fazer trabalhos juntos. Nem sempre conseguimos dizer que é um amigo, mas é um bom colega.

Eu tive a sorte de encontrar mais que um, na verdade até mais que três. Mas são dessas três em especial que quero falar: Andressa, Cris e Natacha. Três amigas queridas, que a partir de agora se inserem ainda mais em minha vida. Hoje colegas de aula. Daqui a pouco tempo, colegas de profissão. Mas sempre: amigas.

Este blog não simboliza apenas quatro jovens mulheres falando o que pensam. Este é um blog com personalidade. Quatro pessoas diferentes, de cidades diferente, famílias diferentes e que expressam neste mesmo espaço suas visões de mundo.

Começo minha participação já parcelando os post's, já que o próximo também fala de uma boa surpresa, mas vou deixar minha ansiedade controlada até amanhã. (eu acho)

Por enquanto, sejam bem-vindos!

Olá!!!

Além das conversas de sala de aula, da escadinha e proximidades do Centro 3, a partir de hoje temos um novo espaço para compartilharmos idéias, críticas e histórias que falarão desde grandes bobagens até assuntos realmente sérios, só depende do ponto de vista. Somos quatro amigas e colegas, estudamos jornalismo e temos várias outras atividades mas, neste blog, não temos a pretensão de escrever apenas textos jornalísticos. Nada isentas ou imparciais, sem uma pauta definida: assim serão nossas histórias. Ou seja, um blog de misturas e diferenças, cada uma com a sua opinião - e nem sempre elas serão convergentes. Fique à vontade para participar do Jogo de Damas! Amigos sempre são bem-vindos!