quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Trajetória nova, mas eternos amigos!

Hoje completei mais um ciclo. Foi meu último dia de estágio na Radiovia Free Way. Último dia na Concepa. Como foram dois anos de muita coisa boa, quero utilizar este espaço também para prestar uma homenagem aos colgas queridos que tão bem me acolheram nesta jornada.


Peço licença nesse momento para deixar de lado a objetividade jornalística, já que o que sinto não poderia ser expresso de forma imparcial.

Todo mundo tem uma história, na verdade várias. Umas mais alegres, outras nem tanto. Cada momento que vivemos é digno de torna-se um belo conto. Se nossa memória fosse capaz de guardar cada minuto vivido, teríamos material para escrever dezenas de livros. Mas o cérebro escolhe algumas e as guarda em gavetinhas. Umas em gavetas acolchoadas e aconchegantes, outras em gavetas espinhosas. O fato é que temos muitas lembranças.

Se em um dia conseguimos guardar algumas dessas lembranças, o que dizer de dois anos? 731 dias (contando com o ano bissexto) de conhecimento, amizade, companheirismo, risos, lágrimas, conquistas, derrotas...

Tantas foram as experiências trocadas, as manifestações de carinho, as diferentes historias de vida que entrelaçaram com a minha e modificaram meus pré-conceitos, minhas certezas, minhas dúvidas. Tenho cada uma dessas pessoas agindo de forma diferente no meu cotidiano.

Aprendi muito nesses 24 meses. Aprendi o que é trabalho em equipe, aprendi que às vezes é melhor calar. Que todos possuem algo de bom para passar e que talvez essa mesma pessoa precise apenas que você a ouça. Aprendi que tenho capacidade de ser mais do que imaginava. Aprendi que todas as pessoas possuem essa capacidade.

Aprendi a diferença entre pista e faixa e aprendi que a curiosidade de uns pode deixar de cabelos em pé tantos outros. Aprendi que precisamos estar sempre em QAP para jamais termos um QSD. Aprendi que reclamação é bom só quando a gente que faz.

Ninguém sabe o que será do futuro, mas todo mundo tem uma lista de coisas que gostaria de realizar. Na minha lista está o desejo de jamais deixar de contar com as pessoas que conheci aqui. Não preciso citar nomes, porque todos vocês estão numa daquelas gavetas acolchoadas que citei acima. De alguma forma voxês contribuiram para minha formação humana e me passaram algum ensinamento que me tornou uma pessoa melhor.

Quero agradecer pela acolhida, pela troca de experiências, pelo carinho, pelo simples fato de existirem.

A partir de hoje começo uma nova trajetória de vida, mas não da mesma forma que a dois anos atrás, agora tenho mais esses tantos amigos para lembrar.

Obrigada

4 comentários:

Edinho Lumertz disse...

Uma das melhores frases do texto, pra mim, é esta: "Aprendi que reclamação é bom só quando a gente que faz". Não é só uma frase, é uma constatação genial que eu nunca tinha pensado.

"Amanhã o sol nascerá novamente e eu não sei o que a maré poderá me trazer"(do filme Náufrago).

@_-¯Cristiano Quaresma¯-_@ disse...

Pois é...
Por vezes encontramos no cenário
labutar pessoas que poderíamos
chamar de irmãos, ou até parentes
próximos... e por muitas vezes
o inverso nos frustra e magoa!
Um SALVE aos amigos que fez
e ao novo ciclo que se inicia!
E assim se segue...
NAMASTE!

Natacha Kötz disse...

Ai, Elis! Que coisa mais lindaaa! Espero que tu escreva isso sobre a gente quando acabar a universidade tbm.
Beijão

Silvana Nunes .'. disse...

Maravilha o seu cantinho.
Na intenção de divulgar o meu trabalho, cheguei até você.
Gostei muito do seu espaço. Eu não estou podendo ler tudo de uma vez porque a tela do computador atrapalha um pouco a minha visão, mas certamente voltarei mais vezes. O meu oftamologista pediu que desse um tempo da telinha... e eu sou fraca ?
O meu território já está demarcado.
Convido a dar uma espiada em "FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER.." ( o seu cantinho de leitura), em:
http://www.silnunesprof.blogspot.com
Terei sempre uma história para contar.
Saudações Florestais !